sexta-feira, março 29, 2013

quarta-feira, março 27, 2013

Saldo da guerra em Mali

Graça e paz do Senhor queridas e queridos, compartilhamos esta noticia com tristeza no coração, o saldo da guerra no Mali.
  • Oremos juntos pelas famílias destruídas.
  • Oremos para que esta guerra termine logo.
AFP - Agence France-Presse
Publicação: 27/03/2013 11:37 Atualização:
Sessenta e três soldados malinenses e 600 islamitas morreram desde 11 de janeiro, quando foi lançada a intervenção franco-africana para reconquistar o norte do Mali, ocupado por grupos jihadistas vinculados à Al-Qaeda, anunciou nesta quarta-feira o exército malinense.
No final de fevereiro, o Chade anunciou ter perdido 26 soldados no Mali e desde então não atualizou o balanço.
O exército também informou que dois soldados togoleses e um de Burkina Faso morreram acidentalmente no Mali.
O exército francês perdeu cinco soldados desde o começo de sua intervenção, em 11 de janeiro, para impedir o avanço para o sul dos grupos islamitas armados que ocupavam o norte do país há nove meses.
A operação militar permitiu retomar as cidades do norte do Mali, mas os jihadistas opõem resistência no nordeste do país, no maciço de Ifoghas e na região de Gao.

terça-feira, março 26, 2013

Escravidão em Mali

Durante muito tempo ficamos escutando noticias de escravos em Mali, e esta noticia é real e verdadeira no povo de Mali.
"Pedimos ao Governo do Mali que adote rapidamente uma lei criminalizadora da escravatura, uma vez que os nossos familiares são todos os dias vítimas no norte do Mali", afirmou Ibrahim Ag Idbaltanat, presidente da associação Temedt ("relacionamento" na língua tuaregue), em conferência de imprensa, refere hoje a agência noticiosa AFP.
De acordo com os organizadores do encontro, que contou com defensores dos direitos humanos e diplomatas, a escravatura persiste nas comunidades tuaregues.
Na ausência de um estudo fiável, a associação estima que sejam "várias centenas" ou "alguns milhares" as pessoas que estão a ser tratados como escravos no norte do Mali.
Para Temedt, o debate sobre a escravidão inscreve-se no contexto da "reconciliação" entre as comunidades, agora que a crise do Mali exacerbou as tensões no país.
O Norte do Mali estava ocupado desde 2012 por grupos armados islâmicos ligados à Al-Qaeda, conduzidos em grandes cidades desde janeiro por uma operação franco-africana, que está agora concentrada nas montanhas do extremo nordeste.
As comunidades árabe e tuaregue são muitas vezes sinónimo de negros para os jihadistas em grande parte desses grupos étnicos. 
  • Continue orando pelo povo de Mali.
  • Que seja erradicada esta pratica cruel.

sábado, março 23, 2013

Soberanía e Oração

A Palavra de Deus diz:
E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.
1 João 5:14
O Presidente da França afirmou que a soberania “de quase todo o território” do Mali é recuperada “em questão de dias”. Ao discursar na abertura do jantar anual do Conselho Representativo das Instituições Judaicas da França, François Hollande disse que “na última fase, na qual estamos, a quase totalidade do território volta à soberania do Mali dentro de alguns dias”.
Francois Hollande elogiou a intervenção francesa que “conseguiu em dois meses resultados importantes como a reconquista das principais cidades e o fim do avanço em direcção ao sul” dos grupos islamitas que desde meados de 2012 dominavam o Norte.
O chefe de Estado disse que pensa nos 15 franceses sequestrados na África, dos quais estima-se que sete estão retidos no Sahel. “Tudo deve ser feito para libertá-los, mas desta lição devemos aprender que os povos livres não são povos fracos”, frisou.

Marc Ayrault

O primeiro-ministro francês anunciou que a retirada das tropas francesas do Mali começa a “partir do fim do mês de Abril” e que “tudo será feito para libertar os reféns franceses em África”. Marc Ayrault, que falava sobre um encontro a realizar na segunda-feira com membros da Assembleia Nacional e do Senado, indicou que a reunião faz “o ponto da situação sobre a operação militar conduzida pela França no Mali e a retirada das nossas tropas que começa a partir do fim de Abril”. O ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Laurent Fabius, havia anunciado que a retirada do contingente militar francês no Mali começava em Março, mas o Presidente François Hollande anunciou a redução do número dos soldados a partir do próximo mês de Abril”. 
Fonte: Jornal de Angola.

quinta-feira, março 21, 2013

7ª posição

Graça e Paz do Senhor queridas e queridos, como é bom receber apoio e força em tempos de guerra, com seu apoio estamos firmes e com bom ánimo trabalhando com amor e carinho por o povo amado de Mali. Vocês são importantes para que todo isto aconteça pela graça de Deus mediante suas orações, verdadeiramente ficamos muito gratos a vocês.
Compratilhamos esta informação clara, precisa e atual situação do país no artigo da Portas Abertas:
Um mês após a ofensiva francesa, tropas malianas e africanas recuperaram o controle das principais cidades do Norte do Mali, anteriormente ocupadas por grupos armados islâmicos. A operação liderada pela França começou em 11 de janeiro, após a tentativa de militantes islâmicos avançarem para o sul.

"Criou-se um grande tumulto entre a população do Mali quando percebemos, com desânimo, o progresso dos islamistas para o sul. Em breve, eles nos alcançariam e tomariam o poder.", disse Mohamed Ibrahim Yattara, líder da Igreja em Bamako, à World Watch Monitor.

Há um ano, Yattara e sua família fugiram de Timbuktu para a capital Bamako. Como ele, milhares de malianos buscaram refúgio ao sul do Mali, ou em países vizinhos como Níger, Burkina Faso e Mauritânia.

"Para nós, que deixamos nossas casas e nossas cidades nos últimos meses, a vitória dos islâmicos sobre as forças armadas tem despertado lembranças dolorosas. Nossas mentes ainda carregam muito fortemente as memórias de quando fomos atacados e vimos nossos lares serem invadidos e destruídos", disse ele.

Por quase um ano, os radicais impuseram uma estrita lei islâmica nas regiões sob seu controle. Intimidação, ameaças e mutilação tornaram-se prática comum. Outras religiões foram terminantemente proibidas e locais de culto e Igrejas foram profanados e saqueados.

"Tudo o que vivemos, de repente desapareceu e transformou-se em um sonho quando recebemos, com grande alegria, a intervenção do exército francês. O que era comumente chamado de ‘a crise no Mali’ aparentemente teria uma solução rápida", disse Yattara, que também era chefe de um instituto de treinamento bíblico, em Timbuktu.

Apesar de recuperar a sua liberdade, o povo do Mali enfrenta novos desafios, criados pela tomada de poder por parte dos islâmicos. Nove meses de ocupação deixaram o norte do país em grande necessidade de reconstrução. Muitos edifícios públicos foram destruídos, incluindo escolas, postos de saúde, monumentos antigos, hotéis e restaurantes.

Grupos de direitos humanos acusaram o Exército de atacar civis. Em um relatório publicado em 1º de fevereiro desse ano, a organização Human Rights Watch afirma que o governo maliano classifica árabes de pele clara e tuaregues como grupos associados aos rebeldes. Autoridades do Mali negaram as acusações e relataram publicamente sua posição contra ataques de vingança.

O Mali está na 7ª posição da Classificação de países por perseguição (WWL) 2013, um ranking dos 50 países onde a perseguição aos cristãos é mais severa. A lista é publicada anualmente pela Portas Abertas Internacional.

quarta-feira, março 20, 2013

Sua oração tem poder!

Graça e paz queridas e queridos, novamente informando sobre as ultimas noticias no Mali. 
Paris - O primeiro-ministro francês Marc Ayrault anunciou, quarta-feira (20), que a retirada das tropas francesas do Mali, cerca de 4.000 efetivos, começa a "partir do fim do mês de abril" e prometeu que "tudo será feito para libertar os reféns franceses em África.
Evocando uma reunião na próxima segunda-feira com personalidades da Assembleia Nacional e do Senado, Ayrault precisou que esse encontro permitirá fazer o ponto da situação sobre a operação militar conduzida pela França no Mali, "mesmo se as nossas tropas vão começar a retirar a partir do fim do mês de Abril ".
Um debate terá lugar sobre esta operação conforme a Constituição, acrescentou o chefe do governo.
O ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Laurent Fabius, havia evocado  anteriormente um início de retirada do contingente francês. em março. Depois, o presidente François Hollande  havia prometido uma diminuição do número dos soldados "a partir do mês de abril".
  • Continue orando por o povo de Mali.
  • Ore por nós especialmente por nossa saúde.
  • Ore por graça do Senhor em este tempo de guerra.
  • Ore por o projeto no Mali.
  • Ore por provisão financeira.
Muito obrigado e abraços.

segunda-feira, março 18, 2013

Nota oficial sobre o pr. José Dilson

Queridas e queridos graça e Paz do Senhor, continuamos em oração por o pr. José Dilson e compartilhamos a nota oficial ao respeito:
O pastor presbiteriano José Dilson Alves da Silva, ligado à Associação Presbiteriana de Missões Transculturais e a Senhora Zeneide Novais, que pertence à Missão SERVOS, encontram-se detidos no Senegal desde o dia 6 de novembro passado.
O Pr. José
Dilson vive e trabalha na África há 22 anos, 15 deles na Guiné Bissau onde deixou seu nome estimado e conhecido como benfeitor de muitos habitantes da população de Gabu. Ali esteve servindo aos necessitados, junto à sua esposa Marli Arend da Silva e seus três filhos, todos nascidos em África: Jonatas, hoje com 21 anos de idade, Jemimah, com 18 e José Dilson Junior, com 10.
Na região de Gabu, fundaram escolas e, com a ajuda do Programa de Alimentação Mundial, construíram alguns centros de nutrição, onde acolhiam crianças desnutridas e suas mães.
Após 15 anos foram viver em Dakar e aí fundaram a Escola ABC, financiada, hoje parcialmente, por uma Ong da Islândia. Muitas crianças carentes estudam nesta escola e ali se alimentam.
Vendo a enorme quantidade de meninos vivendo nas ruas, ele e sua esposa sentiram compaixão do seu sofrimento. Viviam pedindo esmolas, sem ter onde se alimentar e nem mesmo onde dormir. O casal se aproximou de alguns deles que passaram a fazer refeições em sua casa.
Conversando com eles, souberam da luta que passavam para sobreviver. Alguns confessaram sofrer abusos dos mais velhos e podiam ver que era possível confiar em alguém que viera de tão longe para tratá-los com amor, oferecendo-lhes o que tinham de melhor.
Logo no começo, o casal alugou uma casa onde acolheram alguns deles. Muitos vieram trazidos da Guiné Bissau com promessas feitas a seus pais que jamais foram cumpridas.
Mais tarde, puderam comprar um grande terreno na cidade de Mbour, onde tinham o sonho de edificar casas para acolher o máximo de crianças e adolescentes que fosse possível, livrando-os dos infortúnios que experimentavam diariamente. Começaram a construir em outubro de 2011, mas o dinheiro era escasso para o tamanho do sonho: Que cada um pudesse viver num quarto limpo, com camas e armários para suas roupas; terem educação e alimentação.
Logo no início, contrataram um advogado para dar entrada aos papéis que tornariam o Projeto Obadias legalizado. Só depois do acontecido, no início de novembro é que descobriram que ele nada havia feito.
No dia 5, policiais foram ao terreno e pediram que a Zeneide osacompanhassem, pois ela era a responsável pelo local já que o Pr. José Dilson não se encontrava presente.
Chegando a Dakar, por volta das 19 horas, ele foi imediatamente para a Delegacia e lá encontrou o Pr. Marco Mota, Vice-Presidente da Organização. No dia seguinte, dia 6 de novembro, José Dilson voltou à delegacia e logo chamaram também a Zeneide. Obrigaram-nos a assinar um papel sem que lhes fosse permitido ler o que continha e os deixaram presos.
A acusação absoluta e comprovadamente injusta era nada maisnada menos de que faziam tráfico de crianças, de que as maltratavam e, o grupo de benfeitores que trabalhava no abrigo dos meninos passou a ser qualificado de Quadrilha de Malfeitores.
Três advogados foram contratados para que fizessem um pedido de Habeas Corpus, mas até agora, nada aconteceu. Parece que preferem vê-los presos até que sejam levados a tribunal.
Nunca foi escondido que o trabalho feito por um Pastor e sua equipe, todos cristãos, levavam os meninos ao conhecimento de Jesus, o que não deveria incriminá-los, já que o País é laico pela Constituição.
O que nós desejamos? Que as testemunhas se apresentem. Inclusive muitos senegaleses beneficiados pelo Pr. José Dilson, homem honesto, transparente e amigo dos que sofrem. E ainda que o Juíz venha a apressar esta investigação, pois ele que sofre de diabetes está numa cela com superlotação onde não há a menor condição de dormir um sono de verdade, tão apertados se deitam.
O pastor José Dilson pertence ao quadro de pastores da Igreja Presbiteriana Betânia em Niterói.
Para assinar libertação do pr. José Dilson 

sábado, março 16, 2013

Missionários brasileiros estão presos há 3 meses no Senegal

Graça e Paz queridas e queridos, 
Compartilhamos esta informação para orar pelos obreiros brasileiros no Senegal.
O pastor presbiteriano José Dilson, e a missionária da Missão Servos Zeneide Moreira estão detidos desde o dia 6 de novembro de 2012 no Senegal. Eles trabalham com o Projeto Obadias, que acolhe e cuida de crianças em situação de risco, mas foram acusados de alojá-las sem permissão dos pais ou da justiça. Dilson informou que o processo de pedido de legalização do projeto já foi iniciado há algum tempo, mas as explicações não foram suficientes.

Segundo o executivo da APMT (Agência Presbiteriana de Missões Transculturais), Marcos Agripino, “o processo contra os missionários está correndo dentro das ‘normalidades da lei’ senegalesa. Não existe, até o momento, nenhuma acusação formal por parte do Ministério Público do país. O que há é apenas uma denúncia”. Em visita recente ao projeto Obadias, José Dilson, Zeneide e os missionários Gerson e Marília Troquez acompanharam o juiz e sua equipe até o Projeto Obadias. Cada criança foi ouvida individualmente pelos oficiais da justiça, que também avaliaram as instalações. Segundo Gerson, “os oficiais da justiça ficaram bem impressionados com a estrutura do Projeto, mas questionaram a orientação religiosa que as crianças recebem”.

A expectativa era que a justiça do Senegal concedesse a liberdade provisória aos missionários na última segunda-feira, dia 11, mas isso não ocorreu. “Aguardamos que isto aconteça nos próximos dias. O pai do menino que fez a denúncia será ouvido na próxima sexta-feira, dia 15”, informou Gerson. Segundo a lei do Senegal, a resolução do processo pode demorar até seis meses.
A APMT informou ainda que já acionou o Itamaraty quanto à situação dos missionários e solicitou providências à Embaixada Brasileira no Senegal, ao Ministério das Relações Exteriores, à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal.

Cristo “algemado”
Em carta enviada ao Brasil, no dia 6 de fevereiro, o pastor José Dilson demostrava confiança em Deus e certeza de que a privação da liberdade era parte da sua missão. “Por 31 anos tenho compartilhado as boas novas, não só no Brasil, mas há 22 anos aqui na África. Agora este juiz me deu um novo público. Fui preso com pessoas às quais jamais teria acesso. Nunca teria sido possível compartilhar com elas em outra situação. E, com certeza, eu jamais estaria aqui por minha livre e espontânea vontade. Oremos para que a Palavra pregada encontre guarida nestes corações sedentos — que nenhum ‘pássaro’, ‘espinho’ ou ‘pedra’ atrapalhem o crescimento dessas sementes. O nosso consolo é que temos um Cristo ‘algemado’ conosco”, disse ele. Dilson está junto com 43 outros presos na mesma cela.

Zeneide também tem demostrado convicções do trabalho que Deus está fazendo por meio dela. “Quando cheguei aqui os dias pareciam não ter fim, as noites eram ainda piores. Dormir por três horas em uma noite só me foi possível a partir do segundo mês. Agora os dias parecem pequenos. Tenho que me organizar para saber dividir a minha atenção. É uma palavra de encorajamento aqui, uma oração ali, uma aula de francês. Mesmo com as minhas limitações tenho arrancado sorrisos das mulheres ao fazê-las expressar frases na língua oficial do seu país. Ver a alegria de poder reconhecer uma palavra, alguém que antes não conhecia uma letra, é algo realmente incrível, indescritível. Olhar outras receberem um dinheiro, fruto do seu trabalho com artesanatos dentro da prisão... Ah! queridos parceiros, isto não tem preço”. Ela divide sua cela com mais 33 mulheres.

quinta-feira, março 14, 2013

Salve os garibous

Olá queridas e queridos, novamente enviando noticias do campo missionário, más hoje queremos apoiar o trabalho dos amigos em Burkina Faso, você pode visitar o link na pagina do facebook. Anteriormente trabalhamos em este projeto. Foi uma bênção!

Garibous


segunda-feira, março 11, 2013

10 Motivos Para Orar Pela Minha Esposa

Nossa fome por Deus não deve se limitar aos nossos armários. Quanto mais o conhecemos e mais nos deleitamos em tudo o que ele é para nós em Jesus, mais nossa alegria nele ultrapassa nossa experiência pessoal e busca reproduzir isso em outros. Uma das maneiras mais simples em que percebemos isso é quando levamos a oração a sério – buscando e pedindo as mesmas coisas que buscamos pedir para nós mesmos.
É uma coisa linda – um milagre – quando investimos na santificação do outro tanto quanto investimos na nossa. E, é claro, o melhor lugar para começar são nossas esposas.
Então, homens, aqui estão dez motivos de oração pelas suas esposas:
  1. Deus, seja o Deus dela – o tesouro que a satisfaz completamente e o seu tudo. Faça-a desejar pela Tua supremacia exclusiva em todas as suas afeições (Salmos 73:24-25).
  2. Aumenta a sua fé – dê a ela uma confiança tão sólida como uma rocha de que o Teu incomparável poder é somente e sempre exercido para o bem absoluto dela em Cristo (Romanos 8: 28 – 30).
  3. Intensifica a sua alegria – uma alegria em Ti que abandone tudo pelas riquezas da tua graça em Jesus e que diz firmemente, claramente e alegremente: “Eu irei para qualquer lugar e farei qualquer coisa se Tu estiveres lá” (Êxodo 33: 14-15).
  4. Suaviza o coração dela – resgata-a do cinismo e a faz sensível a tua presença nos mais complicados detalhes de fraldas sujas e na multidão de outras necessidades que Tu a chamaste para atender (Hebreus 1:3).
  5. Faz com que ela valorize a tua igreja – constrói relacionamentos dentro da vida dela que a desafiem e a encorajem a andar nos passos da verdade do evangelho, e faz com que ela ame reuniões congregacionais, a mesa do Senhor, e a vida cotidiana do Corpo (Marcos 3:35).
  6. Dá a ela sabedoria – faz com que ela veja dimensões de realidade que eu negligenciaria e acompanha a visão dela com um espírito manso e tranquilo que se sente seguro e celebrado (1 Pedro 3:4).
  7. Mantém a sua saúde – continua a declarar teu dom da saúde e nos guarda da presunção; é uma graça comprada pelo sangue (Salmo 139:14).
  8. Multiplica a sua influência – encoraja e aprofunda o impacto que ela tem sobre as nossas crianças. Dá a ela doces vislumbres desses frutos. Derrama nela amor pelos nossos vizinhos e desperta formas criativas de engajá-los pela causa de Cristo.
  9. Faz com que ela ouça a tua voz – para que ela leia a Bíblia e a aceite como ela realmente é, a tua Palavra… tua própria Palavra para ela onde quer que ela viva, cheia de graça, poder e tudo que ela precisa saber a respeito da vida e da piedade (2 Pedro 1:3).
  10. Transborda-a com Jesus – que ela seja unida a ele, que ela seja uma nova criatura nele, que ela seja tua filha nele… Não mais em Adão e morta em pecado; mas, agora, em Cristo e viva para Ti, para sempre (Romanos 6:11).
Por Jonathan Parnell © 2013 Desiring God. Website: pt.desiringgod.org. Orignial: 10 Things to Pray for Your Wife.
Tradução: Hélio Sales. Website: www.revistareformada.blogspot.com.br
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

sábado, março 09, 2013

Flor do Deserto

 Nascida em 1965, aos três anos de idade sofreu mutilação genital feminina. Waris Dirie fugiu da aldeia em que vivia com a família aos doze anos de idade, um dia após saber que seria obrigada por seu pai a se casar com um homem de 60 anos, do qual seria a quarta esposa. Na época, atravessou sozinha um dos desertos somalis inteiro, sofrendo com fome e sede e ficando com vários ferimentos nos pés, dos quais até hoje têm cicatrizes. Conseguiu chegar até a capital de seu país, Mogadíscio, onde encontrou a sua avó que após algum tempo conseguiu que sua neta fosse levada a Londres para trabalhar como faxineira na Embaixada da Somália.
Passou a adolescência apenas trabalhando na Embaixada, sem sair da casa onde esta se localizava, por isso mal aprendera a falar o idioma inglês. Após o término de uma Guerra na Somália todos da Embaixada foram convocados a retornar ao país. Waris Dirie foge pelas ruas de Londres e com ajuda de uma mulher, que tornou-se sua amiga, conseguiu emprego como faxineira em uma lanchonete. Lá, enquanto trabalhava, foi observada por Terence Donovan, um grande fotógrafo, que a lançou no mundo como modelo. Waris Dirie converteu-se numa defensora da luta pela erradicação da prática da Mutilação Genital Feminina e atualmente é embaixadora da ONU. Escreveu vários livros sobre suas vivências e foi tema de um filme "Flor do Deserto", lançado em 2010 no Brasil. Wikipedia
'É impossível descrever a dor', diz Waris sobre circuncisão feminina
As histórias são parecidas: sem aviso, as meninas são levadas pelas mães a um local ermo, onde encontram uma espécie de parteira que as espera com uma navalha. Sem qualquer anestesia ou assepsia, a mulher abre as pernas das garotas - muitas vezes, crianças de menos de dez anos - e corta a região genital, num procedimento que varia da retirada do clitóris ao corte dos grandes lábios e à infibulação (fechamento parcial do orifício genital).
Com Waris Dirie não foi diferente. "Desmaiei muitas vezes. É impossível descrever a dor que se sente", disse em entrevista a hoje modelo e ativista contra a mutilação genital feminina. Dirie nasceu num vilarejo da Somália e foi circuncidada aos cinco anos.
Após conseguir fugir de um casamento arranjado por seu pai aos 13 anos, ela foi parar em Londres, onde chamou a atenção de um fotógrafo. Dirie se tornou modelo internacional e uma ferrenha ativista contra a circuncisão feminina. Sua história, contada no livro "Flor do deserto", virou filme com o mesmo nome.

 "É uma vergonha que uma tortura bárbara, cruel e inútil continue a existir no século XXI". Dirie diz que sempre sentiu que aquilo não estava certo e quando se tornou uma 'supermodelo' pode começar a luta contra a prática. Aos 47 anos, ela é fundadora de uma organização que leva seu nome e embaixadora da ONU contra a mutilação feminina.
Ocorrências
Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que entre 100 e 140 milhões de meninas e mulheres vivem hoje sob consequências da mutilação - a maioria na África. A organização tem uma campanha contra a prática, que considera prejudicial à saúde da mulher e uma violação dos direitos humanos.
A mutilação ocorre em várias partes do mundo, mas tem registro mais frequente no leste, no oeste e no nordeste da África e em comunidades de imigrantes nos EUA e Europa. Em sete países africanos - entre eles Somália, Etiópia e Mali - a prevalência da mutilação é em 85% das mulheres.
Um estudo da ONG Humans Rights Watch de junho deste ano mostra que, no Curdistão iraquiano, 40,7% das meninas e mulheres de 11 a 24 anos passaram por mutilação.
Uma declaração da OMS de 2008 contra a prática diz que a mutilação "é uma manifestação de desigualdade de gênero, uma forma de controle social sobre a mulher" e que é geralmente apoiada tanto por homens quanto por mulheres. Segundo o texto, algumas comunidades entendem a circuncisão como artifício para reprimir o desejo sexual, garantir a fidelidade conjugal e manter as jovens "limpas" e "belas".
"Não tem nada a ver com religião. Todas as meninas que são vítimas de FGM também são vítimas do casamento forçado. A maioria é vendida quando criança a homens mais velhos. Eles não pagariam por uma noiva que não é mutilada. É uma vergonha para nossas comunidades, para os países que permitem a prática. Os homens temem a sexualidade feminina, essa é a verdade", explica Dirie.
E ela não é a única a falar abertamente sobre o assunto. A médica egípcia Nawal El Saadawi, também circuncidada, chegou a ser presa em seu Egito natal após falar do tema e fazer campanha contra a prática. Sua história foi contada no livro "A daughter of Isis" ('Filha de Isis'), e em outros em que aborda a questão feminina nos países do Oriente Médio.
 A OMS divide a prática em quatro tipos: o tipo 1 é a remoção total ou parcial do clitóris; o tipo 2 é a retirada do clitóris e dos pequenos lábios; o terceiro tipo envolve o estreitamento do orifício vaginal pela criação de uma membrana selante, corte ou aposição dos pequenos lábios e/ou dos grandes lábios (a chamada infibulação); o tipo 4 é qualquer outra forma de intervenção por razão não médica. Os primeiros dois tipos correspondem a 90% das ocorrências de mutilação, segundo a OMS.De acordo com a ginecologista da Escola Paulista de Medicina (Unifesp) Carolina Ambrogini, a circuncisão traz riscos imediatos, como hemorragia e infecção. "Não temos registros dessa prática no Brasil. A vagina é uma região muito vascularizada, e há perigo de sangramento intenso, infecção e até de morte. As consequências a longo prazo são um possível trauma psicológico e a perda do prazer na relação sexual."
Os casos de infibulação também trazem riscos durante o parto: segundo um estudo da OMS, a mortalidade de bebês é 55% maior em mulheres que sofreram procedimentos para redução do orifício vaginal.
Polêmica nos EUA
No começo do mês de junho, a Academia Americana de Pediatria (AAP) dos EUA emitiu uma declaração indicando que talvez fosse melhor que os médicos fossem autorizados a realizar uma forma leve de circuncisão feminina nas clínicas americanas do que deixar as famílias enviarem as filhas para os países de origem que realizam o procedimento de maneira rudimentar e sem segurança. O texto gerou polêmica e muitas críticas de organizações de direitos humanos - a mutilação genital feminina é proibida por lei nos EUA - e foi retirado pela AAP.
Em entrevistal, a presidente da AAP, Judith Palfrey, disse que a AAP "é contra todas as formas de mutilação e nunca recomendou a prática. Uma confusão foi gerada a partir de uma discussão acadêmica". A relatora da declaração, Dena Davis, disse que médicos acreditam que algumas meninas estão sendo levadas a países africanos para a realização da prática, embora não haja dados sobre isso. "O objetivo do texto era educar os médicos para tentar orientar as famílias que pedem pelo procedimento."
A última declaração da OMS contra a prática afirma que o trabalho junto às comunidades está tentando reverter o costume e tem obtido sucesso em algumas regiões, apesar da lenta taxa de redução.
"A prática continua porque o mundo não toma nenhuma atitude séria contra isso, nem a ONU nem nenhum outro país do mundo. Encontrei muitos políticos. E ouvi muito 'blábláblá'. Mas não vejo nenhuma atitude séria para acabar com esse crime", protesta Dirie.Fonte: http://g1.globo.comImagens: Google


Para comprender a realidade da mulher em África você tem que asistir este filme.

sexta-feira, março 08, 2013

Feliz dia internacional da mulher

Bom dia!!! Que maravilha celebrar este dia internacional da mulher em Bamako.
mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada.
Provérbios 31:30
Que Deus abençoe! Mas imagens em dia internacional da mulher
Mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada.
Provérbios 31:30b

mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada.
Provérbios 31:30
mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada.
Provérbios 31:30


Ser mulher é ser missionária da ternura | Ultimatoonline | Editora Ultimato

Ser mulher é ser missionária da ternura | Ultimatoonline | Editora Ultimato
Lindo e feliz dia internacional da mulher! 
Quando o homem permitir que o seu emocional seja liberto e que as pessoas tenham prioridade sobre as coisas, e a mulher permitir que o seu racional se desenvolva sem pedir licença ao mundo masculino, teremos o relacionamento homem—mulher idealizado por Deus desde o princípio”. (Nancy Gonçalves Dusilek, autora de “Mulher sem Nome”)
 
São poucas as mulheres com quem convivo que lidam bem com os papéis de profissional, mãe, dona-de-casa e amante. Elas são profissionais com carreiras definidas e em ascensão, mães cuidadosas, filhas zelosas e amantes dispostas. Porém, o que vejo, e me incluo nisso, é que boa parte de nós perdeu a significação da missão. Afinal, como falar em missão diante da necessidade de ser co-responsável pelo sustento da casa? Essa já não seria a missão? Ler A Missão da Mulher (Editora Ultimato, 2005), de Paul Tournier, resgatou para mim a significação do que sou e do que fui criada para ser. 
 
Sou jornalista e, para minhas reportagens, busco histórias interessantes, que personifiquem a necessidade de um mundo menos desigual, resgatem a cidadania e a solidariedade perdidas. Tenho dois filhos — uma menina de 7 anos e um garoto de 9 —, especializados em quase me enlouquecer com tantos por quê?, e meu marido é pastor. No relacionamento conjugal temos de fazer constantes exercícios de dissociação de papéis, para que nosso casamento não seja extensão da igreja (no pior sentido) ou um apêndice da mesma. Não gosto que me tomem como exemplo. Não sou nem sirvo para ser modelo para ninguém... Mas aonde quero chegar com essas confissões? Em Paul Tournier: ele me proporcionou a delícia de saber que eu, mulher, possuo o sentido da pessoa mais do que o homem. Não sirvo como exemplo, mas tenho uma missão. 
 
Por causa da missão de ser uma pessoa plena para ajudar outros a resgatarem esse sentido, não devo temer o que é verdadeiramente pessoal para mim: amor, fé, tristeza, alegria, culpa, sucesso, revés. Minha vida não deve ser determinada por modelos, quer sejam tradicionais ou feministas, mas pela minha própria humanidade! 
 
A leitura do livro me fez entender que a missão não tem a ver com opções pessoais, nem com a clássica guerra dos sexos. Não estou, nem quero estar, em disputa com os homens. Afinal, quem disse que o padrão da mulher é ter conflito entre a intimidade familiar e o espaço social? Decidi acreditar que todas as posturas são determinadas pela missão. Homem e mulher produzem. No trabalho, eu produzo; em seu ministério, meu marido produz; por anos tendo dado aulas, minha mãe produziu; meu pai, como representante comercial, produz. A diferença é que o homem conta a produção pelas coisas produzidas; a mulher, pelo desfrutar das coisas produzidas. 
 
Percebi que nós, mulheres, não trabalhamos por alguma coisa, mas por alguém. Fazer uma receita de bolo elaborada, trabalhosa, e até mesmo cara, só faz sentido quando as crianças batem palmas de apreciação. Busco no meu trabalho jornalístico, que exige uma grande dose objetividade, temperá-lo com porções de subjetividade, que levam à síntese e à união. A opção apenas pela objetividade — característica masculina — leva à análise e à separação. Então, minha missão como mulher é temperar o mundo — não somente o jornalismo, mas principalmente minhas relações interpessoais — com generosas pitadas de subjetividade. 
 
Reconheço que nem sempre pensei assim, e que fui mesmo salva pela leitura de A Missão da Mulher. Por muito tempo levei a sério a promoção da mulher, a disputa, a luta pelo poder e pelo controle. E posso dizer, sem medo, que dessa forma a promoção feriu a todas nós. Acabamos nos impondo uma (in)capacidade de administrar a jornada dupla, um padrão de beleza tirano e um desgaste tremendo na relação com os homens, para quem somos confusas e difíceis demais. 
 
A verdadeira promoção é nos reconhecermos mulheres com inteiras responsabilidades por nossas escolhas, respeitando nossas liberdades. Minha missão não é determinada pelo meu casamento, ou pela minha vida profissional, ou pelo sucesso dos meus filhos como crianças obedientes e estudiosas. Sou, independente de minha condição. O que dá sentido à vida é essa consciência. Como é bom saber que Jesus, que me motiva a trabalhar por um outro mundo possível, levou as mulheres a sério. Basta observar sua conversa com a mulher samaritana ou o anúncio de sua ressurreição a Maria Madalena, para vermos a estima e a confiança dadas a nós — mas também as mesmas exigências e promessas, como lembra Paul Tournier. De tudo isso tirei uma lição: ser mulher é ser uma pessoa plena, por existir, e influenciar para transformar, sendo uma missionária da ternura.
 
Nota:
Artigo publicado originalmente na seção “Vamos ler!”, da revista Ultimato 297 (novembro/dezembro de 2005).
 
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Nilza Valéria é jornalista da Visão Mundial, mãe e esposa, por acaso, de pastor.

quinta-feira, março 07, 2013

Dia Internacional da Mulher!

Parabéns Mulher missionária, que o Senhor abençoe tua vida sempre.
Muitas filhas têm procedido virtuosamente, mas tu és, de todas, a mais excelente!
Provérbios 31:29

domingo, março 03, 2013

Povo e oração eficaz

Noticias do norte de Mali, ontem e hoje chegam as noticias da guerra em Mali. Continuamos orando e aguardando a paz do Senhor.
"Enfrentamos um adversário fanático que defende posições contra as quais somos obrigados a atacar sucessivamente", afirmou o coronel Burkhard.
Ao menos 50 islamitas do Movimento pela Unidade e a Jihad na África Ocidental (Mujao) foram mortos desde sexta-feira (1) em outros combates com soldados malinenses e franceses perto de Gao, indicou uma fonte militar do Mali.
Além disso, 15 reféns franceses estão detidos na África, entre eles ao menos seis no Sahel pela Aqmi e alguns na região do noroeste do Mali, onde ocorrem os combates.
"Para os soldados no terreno, é claro que a segurança dos reféns é uma prioridade e preocupação permanente", afirmou o coronel Burkhard.
A França declarou neste domingo que perdeu o seu terceiro soldado, em um combate feroz com os rebeldes islâmicos no norte do Mali, mas não conseguiu confirmar o relatório do Chade que suas tropas haviam matado o comandante da Al-Qaeda responsável pela tomada em janeiro de vários reféns na Argélia.
Cedric Charenton, de 26 anos, foi morto a tiros no sábado em batalha com rebeldes islâmicos no norte do país.
  • Ore pelas famílias dos soldados mortos em combate.
  • Ore pela paz e restauração em Mali.
  • Ore pelos refugiados e as crianças.

Louvor e adoração em francês

Uma Bênção!!! Como é bom louvar a Deus. Aleluia.

sábado, março 02, 2013

Montagem das maquinas de costura

Louvamos a Deus por nos ajudar e abençoar com estas novas máquinas para o projeto. E realmente uma bênção.
outras imagens em Maquinas de costura.

Marcenaria

Como é bom ter amigos como Mamadou e Rejane, o casal trabalha em Burkina Faso e hoje temos uma de suas sementes dando frutos em Bamako. O rapaz se chama Jacques Maiga é uma bênção.
Outras imagens em Marcenaria.

Material Didático

Gloria a Deus! O material didático esta pronto para abençoar no programa de alfabetização em Bamako.
Outras imagens em Material didático.


sexta-feira, março 01, 2013

Construção de mesas

Queridas e queridos graça e paz, apresentamos imagens do processo de construção das mesas.
Acompanhe as imagens em construção de mesas


Sala de aula

Graça e Paz do Senhor, apresentamos a Sala de aula. Louvamos a Deus por sua fidelidade.


Alfabetização em Bamako

Alfabetização em Bamako
Queridas e queridos amigos, compartilhamos as imagens com muita alegria e pedimos suas orações por elas e por o curso.

Eleição, noticias do campo

 Boa noite queridas e queridos.
Graça e Paz do Senhor, hoje esta confirmado a eleição presidencial no Mali como indica a nota de AFP.
A eleição presidencial no Mali será realizada em julho, indicou à AFP um membro do gabinete do primeiro-ministro, sem precisar uma data.
"O mês de julho foi escolhido para as eleições presidenciais", disse à AFP Sow Boubacar, diretor do gabinete de Diango Cissoko.
"Os dispositivos foram tomados para cumprir prazos. A situação de segurança no terreno, o retorno da administração ao norte, deslocados e refugiados, são pré-requisitos para os quais estamos tentando encontrar respostas rápidas", declarou.
"Em dois ou três meses", uma parte da administração do Mali estará novamente nas três principais cidades no norte do Mali, Timbuktu, Gao e Kidal, que estiveram ocupadas por grupos armados islamitas até a intervenção internacional, liderada pela França, iniciada em 11 de janeiro.
O presidente interino Dioncounda Traoré afirmou em 29 de janeiro em Addis Abeba a sua determinação "para organizar o mais rápido possível, até 31 de julho de 2013, eleições limpas, transparentes e credíveis" em uma conferência de doadores para o Mali.
A organização das eleições e a libertação dos territórios ocupados fazem parte dos compromissos assumidos pelas autoridades de transição, que chegaram ao poder após o golpe militar de 22 de março.
Este golpe de Estado contra o então presidente Amadou Toumani Touré precipitou a perda do norte do país para os grupos tuaregues e islamitas.
Presente em Bamako para uma "missão de informação e de contato", um membro da delegação da Francofonia saudou o novo anúncio sobre as eleições.
"Precisamos de um regresso à ordem constitucional o mais rápido possível e, claro, a comunidade internacional e a Francofonia vão ajudar o Mali no processo de preparação das eleições", disse à AFP Philippe Beaulne, representante do primeiro-ministro canadense para Francofonia.
Novas noticias em Mali